Planos
Trabalhamos de três formas. Nenhuma delas inclui um pacote genérico com um número de páginas lá dentro — isso obriga o projeto a caber no pacote, em vez de o pacote servir o projeto.
1. Diagnóstico — sem custo
Noventa minutos com quem faz o trabalho no dia a dia. Saímos com um mapa do processo atual, o custo de cada passo manual e uma lista por ordem de prioridade.
Serve para: perceber se há mesmo algo a ganhar, antes de gastar dinheiro. Se não houver, dizemos que não.
2. Projeto — preço fechado
Âmbito definido por escrito, preço fechado e protótipo funcional em três semanas. Se o protótipo não resolver o problema, paramos e não há segunda fatura.
Serve para: aplicações à medida, integrações com o sistema de faturação, automação de processos, portais de cliente e lojas online ligadas ao ERP.
O investimento depende do número de processos, dos sistemas a ligar e do que já existe. O orçamento é apresentado depois do diagnóstico, com um intervalo — não com um “depende”.
3. Acompanhamento — mensal
Manutenção, evolução e monitorização. Inclui atualizações de segurança, cópias de segurança, suporte e um relatório mensal com horas poupadas e erros eliminados.
O valor é definido caso a caso, depois do diagnóstico: depende do número de sistemas em produção, do volume de pedidos de suporte e do ritmo de evolução que quiser dar. Não publicamos uma tabela porque não queremos que o preço da manutenção do seu software dependa de um número escolhido à pressa.
O que está sempre incluído
- Código documentado e alojado onde o cliente quiser — servidor próprio, cloud ou no nosso alojamento.
- Formação à equipa e manual de utilização em português.
- Período de garantia após a entrega, para corrigir o que for defeito nosso.
- Preço fechado: sem horas extra faturadas sem acordo prévio.
O que não fazemos
- Vender software que o cliente não precisa, só porque é tecnicamente interessante.
- Previsões de vendas com três meses de histórico.
- Automações que não se paguem em 12 meses — explicamos a conta e não avançamos.
- Migrações forçadas de ERP: ligamos ao que já existe.
Perguntas frequentes
Podemos começar por uma integração pequena?
Sim, e é o que recomendamos na maioria dos casos. Uma integração entre a loja e o sistema de faturação resolve-se em poucas semanas e prova o funcionamento antes de investir num projeto maior.
Temos de mudar de sistema de faturação?
Não. Trabalhamos com Sage, PHC, Moloni, Eticadata, Gestoc, Golfinho, Wintouch, Verb@, Xdretail, CTG e Soft — e com qualquer outro sistema que exponha uma API, uma base de dados ou ficheiros de exportação.
Quem fica com o código?
O cliente. O código é entregue documentado e alojado onde indicar. Não fica refém de nós para continuar a trabalhar.
O que acontece se o projeto não correr bem?
O protótipo existe para isso: em três semanas há algo que se clica e se testa com o processo real. Se não resolver, paramos nessa fase e o custo é o dessa fase.